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Rota Fresh: Machu Picchu – A Sagrada Cidade Perdida
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Machu Picchu, que no idioma quíucha significa “velha montanha”, é conhecida como a cidade perdida dos Incas.

 

Não é preciso ir muito longe para se encantar com paisagens belíssimas e construções monumentais e históricas. A América Latina se mostra cada vez mais como um destino infalível para quem busca uma viagem completa, com visual atraente e atividades variadas. O Peru, por exemplo, é um dos países mais promissores da região em termos de turismo. Lá está o melhor restaurante e melhor aeroporto da América do Sul, além de contar com pontos turísticos encantadores.

Um dos pontos mais impressionantes do país é a cidade sagrada de Machu Picchu, que no idioma quíucha significa “velha montanha”. Conhecida como a cidade perdida dos Incas, ela fica no topo de uma montanha a 2.400 metros de altitude e foi construída no século 15 e hoje é Patrimônio Mundial da UNESCO, tamanha sua importância histórica e beleza. Ou seja, é o suprassumo de qualquer estadia no Peru!

Normalmente, a escolha frequente de quem viaja ao Peru para conhecer Machu Picchu é ficar em Cusco como base e viajar para as cidades vizinhas. Recomendamos isso pois a cidade é muito bem equipada para receber turistas, com ótimas opções de hospedagem, restaurantes e atividades para o restante da viagem. De Cusco, é possível chegar até Machu Picchu de trem, ônibus ou para os aventureiros, diretamente pela Trilha Inca Clássica, agendada com meses de antecedência por agências especializadas e credenciadas. Se você busca uma opção mais tranquila, longe do agito da cidade, pode ficar no vilarejo de Águas Calientes, acolhedor e simples, que fica muito perto da montanha de Machu Picchu.

 

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Para visitar o Parque de Machu Picchu é necessário comprar ingressos com antecedência, e o melhor jeito de fazê-lo é pelo site oficial do governo peruano, que conta com varias opções de pacotes e passeios. Fique atento ao tipo de ingresso que comprará pois há aqueles com acesso apenas à Machu Picchu (parque) e combinado com acesso à Huayna Picchu, a montanha enorme acima do parque que possui uma visão espetacular de seu topo.

Evite sua visita ao parque aos domingos. Normalmente é quando há a maior concentração de turistas. A melhor época para conhecer o parque vai de maio a setembro, especialmente junho e julho, pois são os meses com menores probabilidades de chuvas. Quase a maioria dos turistas escolhe o primeiro horário do dia para visitar o parque e aproveitar para ver o sol nascer no local, garantindo uma experiência inesquecível e mágica! Se você estiver em Águas Calientes, há um ônibus diário que sai em direção ao parque às 5h30 da manhã. Não é necessário um guia na visita ao parque, mas se você gostaria de saber um pouco mais sobre a cultura e história do povo Inca, diversos guias oficiais do parque ficam à disposição para tours de até 20 pessoas – é possível contratar o guia para um tour individual também.

 

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Por conta da altitude extrema, recomendamos um passeio de dois ou três dias pela região, para o seu corpo se acostumar com as mudanças, evitando enjoos e dores de cabeça. Um hábito comum na região para amenizar o chamado soroche (o “mal da altitude”) é a ingestão do chá de coca ou mastigar algumas folhas da planta. A altitude também influencia na umidade do ar, então lembre-se de levar hidratantes (para os lábios e pele) e uma água termal para garantir o conforto do passeio.

Se você gosta de souvenirs especiais e únicos, é possível carimbar seu passaporte com a marca especial de Machu Picchu, basta procurar o carimbo próximo ao guarda-volumes da entrada do parque e registrar o passeio especial.  

Vem conhecer mais sobre essa região espetacular do Peru com o Roteiro Refresh no vídeo acima!